NAVEGUE PELO BLOGUE

17 de novembro de 2016

ESCOLA CONDE DE FERREIRA


Edifício em fase final de restauro, 2016


A Escola Conde de Ferreira, localizada na Rua Montenegro, em Fafe, é uma das muitas “casas de ensino” que Joaquim Ferreira dos Santos, (Conde de Ferreira) legou ao país na segunda metade do século XIX.

Sem descendência, o benemérito deixou em testamento a quantia de cento e quarenta e quatro mil réis para obras de beneficência: «Quero que os meus testamenteiros mandem construir e mobilar 120 casas para escolas primárias  para ambos os sexos nas terras que forem cabeça de concelho, sendo todas por uma mesma planta e com acomodações para vivenda do professor, não excedendo o custo de cada casa e mobília a quantia de um conto e duzentos mil réis...» Ditou o rico penafidelense, “brasileiro” de torna viagem, que faleceu aos 84 anos, em 24 de Março de 1866 (data inscrita na sineira do edifício).

A pequena Escola, com duas salas que comportavam cerca de sessenta alunos e os seus exíguos cómodos para o professor, foi solenemente inaugurada no dia 2 de Novembro de 1868, ficando propriedade da Câmara Municipal de Fafe até aos nossos dias.

Em 1875 a Escola tinha 30 crianças, todas do sexo masculino. Neste ano a C.M.F. reparou um tecto em estuque. Em 1896 efectuou obras de conservação e em 1914 foram gastos, pela autarquia, cinquenta mil réis em infraestruturas e na instalação eléctrica.
Este histórico e emblemático estabelecimento de ensino foi desactivado pelo Município no final do ano lectivo 2005/2006.




O edifício em 2012

Votado ao abandono durante cerca de uma década, o edifício foi recuperado em 2016 para acolher a Sociedade Filarmónica Fafense, “Banda de Revelhe”.
A 148 anos da sua inauguração o edifício histórico continuará a manter a sua função ao serviço do ensino, agora da música.







8 de novembro de 2016

MONUMENTO AOS COMBATENTES DA GUERRA COLONIAL


Inaugurado em 6 de Novembro de 2005.

Localizado no centro do jardim da Avenida do Brasil, voltado para a rua dos Bombeiros Voluntários, o Monumento aos Combatentes da Guerra Colonial, desenhado pela escultora Andreia Couto, apresenta a figura de um soldado/combatente português envergando o equipamento militar da época.

A estátua, em bronze, de tamanho natural, assenta num pedestal onde, nas suas faces, em placas metálicas, estão inscritos os nomes de 37 jovens fafenses, militares que perderam a vida na Guerra Colonial entre 1961 e 1974, em Angola, Guiné e Moçambique.

Este memorial, semelhante a outros existentes em várias localidades do país, teve origem na vontade da Delegação de Fafe da Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra, liderado por Jaime Silva, ex. Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Fafe, entidade que contribuiu com 15.000 euros para pagar este pequeno memorial, orçado em 20.000 euros, valor que contou com o patrocínio de várias Juntas de Freguesia do concelho.





Fafe homenageia assim os 1.500 jovens fafenses que participaram na Guerra Colonial e perpetua a memória das jovens vidas ceifadas ao longo de 13 anos de combate ultramarino.








29 de outubro de 2016

SINAL CONTINUA VERMELHO PARA O PALACETE DO CENTRO DE EMPREGO



Apesar da promessa governamental de recuperação do palacete centenário anexo ao Centro de Emprego de Fafe, anunciada em Março deste ano pelo Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José Vieira da Silva, o imóvel não beneficiou de qualquer intervenção, continuando abandonado, cada vez mais deteriorado.

Respondendo a um alerta do PCP de Braga, o citado governante afirmou que "a reabilitação no palacete anexo ao Centro de Emprego de Fafe, está prevista para o final do primeiro semestre deste mesmo ano" (2016).

Certo é que, passados cinco meses do fim do prazo apontado para o início das obras, alegadamente, nada foi feito para beneficiar este belo exemplar de Arte Nova, um dos mais interessantes e vistosos edifícios históricos do centro da cidade, construído em 1912.

Recorde-se que o palacete mandado construir pelo portuense Manuel Rodrigues Alves, marido da conhecida poetisa fafense, Soledade Summavielle Soares, está classificado como Imóvel de Interesse Municipal desde 1984.

Dois anos depois o Ministério do Trabalho adquiriu o Imóvel para instalar, na zona da cavalariça o Centro de Emprego e Formação Profissional de Fafe. A casa nobre, estranhamente, acabou por ficar sem qualquer utilização ao longo de quase duas décadas, provocando danos irreversíveis naquela que já foi "A mais luxuosa moradia da vila, com todas as condições para se viver regaladamente", disse o jornal "O Desforço" em 1912.

Queremos acreditar que a curto prazo o restauro do imóvel centenário será iniciado e devolvido ao património recuperado que orgulha os fafenses.
Assim, neste estado degradante só nos envergonha!


23 de outubro de 2016

A PIA BATISMAL DA IGREJA MATRIZ



Uma visitação datada de 1571 refere que a Igreja de Santa Eulália de Fafe estaria em obras de beneficiação na nave e no Altar-mor.
Nesta visita foi ordenado que o pároco mandasse fazer uma pia baptismal nova. E assim aconteceu, a pia foi feita e colocada no batistério, do lado esquerdo da nave, junto à entrada principal do templo.


Durante, aproximadamente, 442 anos a pia batismal foi mantida no local. Nem a profunda  remodelação da igreja realizada no século XVIII teria mexido com a velha pia batismal.
Mais de dois séculos depois, em 2013, os responsáveis pelo último restauro da nossa Igreja Matriz, resolveram retirar a histórica pia do batistério encostando-a a uma das paredes da Casa Mortuária, à intempérie e sujeita a agressões.
No lugar do antigo "monumento" batismal colocaram uma esguia e moderna pia que, suponho, já serviu para receber "água benta".

Para além de outros erros cometidos em 2013, esta foi, quanto a mim,uma má decisão que, um dia, espero ver corrigida, recolocando a velha pia no seu local original, de onde não deveria ter saído.


A antiga pia batismal em 2010




Aspecto actual do batistério







A pia batismal do século XVI no exterior da igreja





22 de outubro de 2016

TÚMULO COM 145 ANOS FOI DESMANTELADO EM VILA COVA



A ocorrência tem já cerca de um ano, mas foi agora divulgada por José Freitas Pereira, no jornal "Povo de Fafe".

Uma sepultura datada de 1874, que se encontrava no adro da igreja paroquial de Vila Cova, foi desmantelada não sendo conhecida a intenção de a reinstalar em outro local.
O monumento fúnebre, com 145 anos de idade, guardou os restos mortais de Francisco Vieira Cardoso,um jovem de 27 anos falecido em 24 de Junho de 1874.

José Freitas Pereira revelou que o malogrado jovem era "solteiro, filho de António Vieira Cardoso e de Joaquina da Cunha, do lugar da Portelinha. Era cunhado do fidalgo da Casa Real João Baptista Felgueiras com residência na Casa da Boavista em Vila Cova. 
O seu pai, a 6 de Fevereiro resolveu fazer testamento, sendo instituído herdeiro, conjuntamente com os restantes treze irmãos"...

A causa da morte deste jovem não foi apurada.

Segundo a leitura de José Pereira a tampa sepulcral apresentava a inscrição seguinte;






«Á memória do motorista Francisco Vieira Cardoso.
Nascimento - 18/08/1846 e óbito- 24/06/1874.
Como testemunho de infinita saudade»

Desconheço o paradeiro deste monumento funerário. Não sei se foi destruído?
Se assim aconteceu estamos perante um crime de lesa património de contornos afectivos, por se tratar de um sepulcro. Certamente existem descendentes deste finado que, supostamente não ficariam satisfeitos com o desfecho da última morada deste seu antepassado.





Vila Cova não tem assim tanto património histórico que se permita "deitar fora" este testemunho da sua memória colectiva.

Os responsáveis por este acto infeliz mostraram total insensibilidade e carência de afecto por uma terra que também lhes pertence.

Solidarizo-me com José Freitas Pereira, denunciante da ocorrência, esperando também que o mal possa ser remediado, construindo o monumento funerário em outro local, com dignidade e que lhe confira a visibilidade que merece.
O cemitério local poderá ser uma boa solução!

Para finalizar digo que este infeliz acontecimento não dignifica a nobre "freguesia" de Vila Cova cuja população merece ver preservados os parcos testemunhos da sua história com raízes bem profundas.

Fotos: Jesus Martinho, 2011





24 de fevereiro de 2016

O PRIMEIRO DESAFIO DE FUTEBOL EM FAFE


A Praça do Brasil (Feira-Velha) no início dos anos 20


Em inícios dos anos 20 do século passado, foram constituídos, em Fafe, dois "Grupos de Futebol": O "Onze Desportivo de Fafe" e o "Grupo Sportivo Fafense".
Estas duas equipas pioneiras disputaram o seu primeiro jogo no terreiro da  Praça do Brasil (Feira-Velha), no domingo, 8 de Março de 1924.

Foi um desafio animado, com muito público, em que o "Onze de Fafe" ganhou por 4-1.

No domingo seguinte, realizou-se a desforra e o "Sportivo Fafense voltou a perder por 2-1.

Iniciava-se, assim, a prática mais ou menos organizada do futebol em Fafe.

18 de janeiro de 2016

CAPELA DA LUZ EM FORNELOS




A Capela particular da Luz, pertencente à Casa da Quintã da Luz, localizada frente ao Solar homónimo, está a ser desmontada para ser reerguida em local mais visível, do lado oposto da Estrada Nacional nº 207, na confluência da cerca do terreiro do solar, com traseiras voltadas para a Travessa Fidalgo da Luz.

Esta intervenção está a ser realizada por Carlos Vieira, actual proprietário do Solar, em fase final de  restauro.




Interior da Capela da Luz em 1990 e 2011




Lembre-se que a pequena capela, da primeira metade do século XVII, supostamente datada de 1632, encontrava-se escondida,  ameaçada de ruína, sofrendo, em 2011,  um acto de vandalismo que destruiu o seu interior, perdendo-se o belo retábulo do altar e outro recheio.
Com esta intervenção, uma das mais antigas capelas do concelho de Fafe ganhará, certamente, a dignidade e visibilidade que merece, pela iniciativa de um particular que investiu na sua terra, resgatando um belíssimo conjunto arquitectónico, repleto de história, que valoriza a freguesia de Fornelos, o concelho de Fafe e toda a região. 

14 de janeiro de 2016

PALACETE DO CENTRO DE EMPREGO AMEAÇADO AOS 104 ANOS



Há anos sem ser utilizado. O palacete anexo ao Centro de Emprego de Fafe, na rua José Cardoso Vieira de Castro, encontra-se votado ao abandono e os elementos naturais de erosão, vão desgastando o imóvel.

Este belo exemplar de Arte Nova com inspiração francesa foi mandado construir em 1912 por Manuel Rodrigues Alves, natural do Porto e que viria a casar com a poetisa fafense Soledade Summavielle Soares, neta paterna do ilustre “brasileiro” de torna viagem, José Florêncio Soares e de Maria Teresa da Costa, primeiros proprietários de outro extraordinário imóvel de influência brasileira, também devoluto, localizado mesmo em frente ao Teatro-Cinema local.



Nos anos 60, José Summavielle Soares recebeu a casa por herança, vendendo-a mais tarde a Alberto Leite Dantas.

Em 1984 o executivo camarário promoveu a classificação do palacete como “Imóvel de Interesse Concelhio”, pelo seu “interesse e valor ao nível artístico, histórico e cultural”.

A Câmara Municipal chegou a fazer um projecto visando a recuperação do imóvel, orçado em 130.000.000 escudos. Outra hipótese era uma intervenção parcial que custaria 70.000 contos. Nenhuma das intenções foi viabilizada e a “nobre casa” acabou por ser adquirida, em 1986, pelo Ministério do Trabalho para instalação do Centro de Emprego e Formação Profissional de Fafe, construindo-se um edifício de raiz na zona das antigas cavalariças da casa, ficando o imóvel principal, praticante sem utilidade.



Na época em que este palacete foi construído (1912), alguma imprensa local referiu-o como “a mais luxuosa moradia da vila, com todas as condições para se viver regaladamente”.

É, de facto um raro exemplar de Arte Nova, construído em alvenaria, madeira e ferro forjado. Apresenta painéis de azulejos e pinturas decorativas, essencialmente, paisagens e motivos vegetalistas.

No ano que completa 104 anos, um dos mais emblemáticos e valiosos imóveis históricos da cidade, em pleno centro urbano, encontra-se votado ao abandono, aguardando uma recuperação que dignifique o seu indiscutível valor histórico e patrimonial.





9 de janeiro de 2016

DAY OF THE LORDS ASSINARAM COM EDITORA


 A Banda fafense  Day of the Lords inspirada no Rock n' Roll, Blues Rock e em  algum Rock Psicadélico, acaba de assinar com a editora Cadeia Amarela, uma parceria que visa encetar novos projectos e promover esta jovem Banda  com Michel Oliveira no baixo, Vitor Silva na bateria, Ricardo Falcão na guitarra e João Sousa na guitarra e na voz.

Day of the Lords gravaram em Setembro de 2013 os seus primeiros dois temas "Half Lies" e "Solution" no Output Studios em Fafe e a 12 de Janeiro de 2015 a lançam o primeiro EP
"Burn & Proceed".

CONCERTOS EM JANEIRO

Dia 16 – Rio Liveconcept em Bragança
Dia 23 – Feedback Café Bar em Fafe


22 de dezembro de 2015

EMPREENDEDORES DA CERVEJA ARTESANAL “FANFE” A POUCOS EUROS DE DAR O SALTO



Fafe tem uma cerveja registada. “Fanfe” é o nome escolhido pelos quatro jovens empreendedores fafenses que, no momento, estão limitados ao fabrico de 25 litros da nova cerveja.

Para dar continuidade ao projecto e aumentar significativamente a produção, é necessário um investimento mínimo de 1.300 euros que os promotores esperam conseguir com a campanha de crowdfunding  que já conseguiu angariar 800 euros e decorre até ás 18 horas do dia 20 de Janeiro.

Fafe não pode descartar esta iniciativa.

Invista neste projecto  inovador.

Veja a campanha aqui:









Com Fafe ninguém Fanfe. É no seio desta terra de tradições, lemas e culturas que nasce a FANFE® – a primeira cerveja artesanal de Fafe.
Quatro amigos, unidos pela paixão pela cerveja e pelo amor à terra que os viu nascer e crescer, são os criadores deste projeto. A Cerveja FANFE® é à data, uma marca nacional registada, ainda por comercializar em estabelecimentos públicos, procurando dar o próximo passo no ramo cervejeiro. Para tal, precisamos do vosso inigualável apoio.

A FANFE® não é apenas uma cerveja artesanal de qualidade. Assume como missão a criação de uma cerveja artesanal de referência que, por si só, possa elevar o nome da cidade de Fafe a outras fasquias. Fafe, terra de tradição, terra de cultura, terra de gastronomia, terra justa. O vídeo que acompanha esta campanha não poderia ser mais transparente. Cada uma das influências que fazem com que Fafe seja Fafe e nada mais está indissociavelmente incorporado nas raízes da nossa cerveja. Fafe é Fafe, mas também é FANFE®. Não queremos ser apenas uma cerveja, queremos ser uma bandeira.

16 de dezembro de 2015

FESTA DE NATAL LEÕES DO FERRO PINÓQUIO TRIUNFOU NO TEATRO-CINEMA



O Teatro-Cinema de Fafe encheu de público na tarde de domingo, 13 de Dezembro, para assistir ao espectáculo de Natal do Grupo Leões do Ferro, que este ano adoptou a figura imortal de Pinóquio, uma personagem fictícia criada em 1883 pelo escritor italiano Carlo Collodi.

Mais de 50 artistas, de todas as idades, subiram ao palco para apresentarem números de dança, de géneros variados, para deslumbramento do público presente que se deixou encantar com a história do menino irreverente, feito de madeira e de vistosas actuações com coreografias bem conseguidas, fruto da Escola da Associação, que nada ficam a dever a muitos espectáculos profissionais que vimos por aí.

Mais uma vez, este grupo da "Fábrica do Ferro", triunfou apresentando mais um espectáculo fantástico, que, durante cerca de duas horas, ininterruptamente, fascinou o público que não poupou prolongadas ovações.

Lucélia Telo, Presidente dos Leões do Ferro, caracterizada de Pinóquio, mostrou-se agradecida e satisfeita com o resultado de mais uma demonstração pública da genialidade de um grupo de bairro orgulhoso de mais de três décadas ao serviço da cultura fafense.


























27 de novembro de 2015

PADRE PRESERVA MEMÓRIAS DO RÁDIO




Pe. Manuel Oliveira coleciona rádios desde a sua juventude e não esconde o fascínio pelas caixas mágicas do som.

Manuel Oliveira nascido em 1948 na freguesia de Travassós, concelho de Fafe, lembra-se bem do seu primeiro contacto com um receptor de rádio, trazido de França por um familiar. Com oito ou nove anos de idade descobriu uma forte atracção por aquelas caixas, com botões, que emitiam música e vozes.



Já no seminário, Manuel criou a sua própria frequência de rádio e confessa ter feito algumas “traquinices” com a sua “invenção”.

Fez um curso técnico de rádio por correspondência e, a partir daí, reparou aparelhos aumentando o gosto pelos rádios que continuava a juntar em sua casa.




“Muitos foram-me oferecidos, outros comprei e alguns tenho pena de não ter conseguido recolher”, revelou Pe. Manuel Oliveira que, religiosamente, guarda na sua residência de Vinhós  cerca de setenta rádios de origem diversa, tamanhos variados, fabricados desde os anos 40 até à actualidade. Uma coleção encantadora, única na região que já integrou várias exposições temporárias em Fornelos, Travassós e cidade de Fafe.



Sendo uma coleção particular, Pe. Manuel não conhece o seu destino. “Quem ficar com a casa fica com a colecção e espero que a preserve e enriqueça”, disse o Pároco que já ofereceu alguns rádios e também não descora a possibilidade de poder vir a doar o acervo a alguma instituição.



No momento o espaço deste núcleo museológico está preenchido e Pe. Oliveira tem dúvidas relativamente à possibilidade de angariar e integrar outros espécimes à colecção que se distribui em várias dependências de uma residência particular, sempre aberta pela generosidade e grande sentido de partilha de um Padre que já dedicou uma boa parte da sua vida à nobre causa da preservação de uma memória quase perdida, de um património impar de inegável valor cultural.



“UM POVO SEM MEMÓRIA É UM POVO SEM HISTÓRIA”
Pe. Manuel Oliveira


Nota: Agradeço a Armando Marques ter viabilizado o acesso a esta colecção; a Soledade Vaz a gentil cedência do seu trabalho de investigação e, naturalmente, ao Pe. Manuel Oliveira pela sua disponibilidade e extraordinária recepção.


Jesus Martinho


26 de novembro de 2015

MUSEU S. PEDRO DE FREITAS


Inaugurado em 25 de Abril do corrente ano, o Museu São Pedro de Freitas está instalado no piso térreo da sede da instituição "Solidariedade Martim de Freitas" e comporta centenas de peças e alfaias agrícolas cedidas por habitantes locais que, assim, enriqueceram a colecção do núcleo inicial, composto por objectos da associação Atriumemória de Fafe.
Armando Marques, principal impulsionador do projecto, garante que em 2016 o Museu terá visitas guiadas para Escolas e outras instituições.
O Museu São Pedro de Freitas pode ser visitado, em horário normal, todos os dias da semana.