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23 de dezembro de 2010

ARQUIVO HISTÓRICO DE FAFE

O Arquivo Histórico Municipal, vai finalmente ser instalado no palacete onde funcionou o Grémio. O belo edifício, Arte Nova dos princípios do século XX, vai ser restaurado e adaptado para acolher o Arquivo Municipal cuja documentação está a ser tratada convenientemente.
Fafe ganhará mais um espaço Cultural de indiscutível importância. Ao mesmo tempo conserva um imóvel de enorme valor patrimonial.

Investimentos na ordem dos 16.863.571,12 euros aprovados

A autarquia candidatou-se a vários projectos inseridos no Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), e viu aprovados investimentos na ordem dos 16.863.571,12 Euros.

Este é o montante das candidaturas aprovadas até este momento, tendo a autarquia outras candidaturas que vai igualmente sujeitar à aprovação deste programa.

Do montante total aprovado, o investimento elegível foi de 14.218.825,96 euros, comparticipando o FEDER com 11.294.298,77 euros, o que andará da média dos 77% de comparticipação nas várias obras.

São 32 as acções a desenvolver em todo o Concelho, de onde realçamos o apetrechamento do Centro Educativo de Regadas que vai custar 1.833.399,71 euros; Rectificação e beneficiação da Rua da Cumieira e Guerra Junqueiro (1.474.686,55 euros); Instalação do Arquivo Municipal no Palacete do ex-grémio (1.656.518,92 euros); Requalificação da Rua Luís de Camões e dos Aliados (1.686.956,72 euros) e a recuperação do Teatro-Cinema de Fafe (3.779.302,07 euros) dos quais a Câmara já recebeu 2.879.468,24 euros, etc.

Recorde-se que para além dos investimentos no Concelho, a autarquia tem igualmente parcerias com outras entidades, nomeadamente a AMAVE e outros, cujos investimentos imputados ao Município são na ordem dos 375.151,40 euros e que igualmente viu aprovado um montante de 271.424,06 euros (77%).

Fonte: Sitio oficial do Município de Fafe



1 comentário:

António Daniel disse...

Seria interessante que promovessem também uma zona aberta, pedonal, desde a frente do edifício até à biblioteca. Esta requalificação poderia passar por uma animação apropriada da zona. Numa perspectiva de rentabilizar o investimento, seria conveniente abrir o rés-do-chão da casa à iniciativa privada, através da implantação de lojas comerciais ou bares. O arquivo municipal não deverá ocupar todo o edifício. É só uma ideia, mas que leva em consideração uma outra mais importante: nenhum espaço cultural ganha se viver enclausurado. Uma dinâmica arquitectónica no local levaria a uma dinâmica englobante do edifício. É uma opinião e, por isso, vale o que vale.