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10 de novembro de 2011

26 TAXIS PARA A CIDADE




A Câmara Municipal deliberou, com base na regulamentação vigente, fixar em 26 o número de táxis na cidade. Desta forma, a praça da Rua Monsenhor Vieira de Castro fica com 15 lugares, a Central de Camionagem com 6 e a Rua José Ribeiro Vieira de Castro com 2 lugares. Até aqui nada de novo, de realçar é a criação de mais 3 lugares de táxi na Avenida 5 de Outubro.
Lembre-se que o contingente de táxis na cidade já passou por fortes tenções, com a necessidade da intervenção da autoridade. Segundo apurou o Falaf, os ânimos estão agora mais calmos. Os taxistas aceitaram a decisão da Câmara e têm cumprido as posturas sem incidentes.


Há, contudo uma questão polémica, relativa à obrigatoriedade dos utentes entrarem no táxi da frente, o mesmo será dizer que as pessoas não podem escolher o taxista da sua preferência…a menos que o chamem, nem que seja do outro lado da rua. É que o regulamento “não prevê distância mínima para chamar os táxis estacionados na praça”… depois existe sempre o contacto por telemóvel, tornando a obrigatoriedade de tomar o táxi da frente uma exigência facilmente contornável e consequentemente desnecessária”, afirmou um dos mais antigos taxistas da Praça.
O mau período económico que vivemos contaminou todos os sectores de uma sociedade onde cada vez mais se aplica o velho ditado “casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão”. Os taxistas não são excepção e queixam-se da concorrência, sobretudo em dias de feira semanal, dos colegas de outras freguesias. “É a concorrência… eles também têm direito a ganhar a vida”, referiu o mesmo taxista.  


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