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12 de fevereiro de 2012

SANTO OVÍDIO PERDEU UM GRANDE ATIVISTA UM FILHO DA TERRA


Eduardo Novais

O dia 11 de Fevereiro de 2012 ficará marcado, em Santo Ovídio, como um dia de profunda tristeza, um dia em que a fatalidade bateu à porta de um dos seus entes mais queridos.
Eduardo Novais (Eduardo do Largo), quis deixar-nos mais cedo, não atingimos porquê… há razões que a propria razão desconhece, sofrimentos camuflados de que só o próprio conhece a dor profunda que conduz ao abismo
Oriundo de uma das mais antigas famílias do lugar, Eduardo amou a sua Terra natal como poucos. Após um período a trabalhar no estrangeiro, regressou definitivamente e de imediato associou-se ao movimento, há pouco iniciado, que visava tirar o lugar de um marasmo que se arrastava há muitos anos.
O Eduardo do Largo, como é mais conhecido, foi um ativista convicto, que muito ajudou a Associação ARCO, onde participava em todas as actividades. Foi também membro influente da Fábrica da Capela de Santo Ovídio, desenvolvendo um trabalho sem precedentes, na melhoria das condições do templo e dos seus equipamentos, nomeadamente o parque de lazer.
Eduardo Novais era também um amigo, um companheiro singular com apurado sentido solidário. Persistente, nunca fugiu às suas responsabilidades, ultrapassando em muito as suas competências no seio da comunidade onde sempre foi respeitado e muito considerado.
Santo Ovídio perdeu mais um dos seus filhos, de forma trágica e inesperada que nos deixou em estado de choque.
Eduardo partiu cedo de mais, antes de completar a sua missão e concretizar os projetos que apoiava energicamente.
Durante muitos anos tive o privilégio de pertencer ao seu vasto leque de amigos e foram muitos os bons momentos passados na sua companhia. Obrigado Eduardo por tudo…
É desses momentos que vou lembrar-me para o resto dos meus dias. Vou recordar sempre o Eduardo do Largo com um sentimento misto de perda e profunda saudade.
Deixo aqui esta minha primeira e singela homenagem ao meu amigo Eduardo Novais que jamais vou esquecer.
Que descanse em paz.

Jesus Martinho









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