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23 de novembro de 2013

FAFE NUMA TARDE FRIA DE OUTONO








Princípio de tarde em terça-feira solarenga mas fria de Novembro. 
O centro da cidade quase deserto de calor humano vê as latas, ainda assim muito poucas, movimentam-se deslocando as folhas caducas que constantemente se precipitam na calçada. Praças e ruas ficam sós, aguardando a hora da abertura do comércio, na expectativa de maior concorrência que, afinal, não aconteceu nesta tarde fria de Outono... 

Outrora, a velha arcada tinha vida, as pessoas deambulavam pela praça baptizada ao sabor dos tempos, as latas circulavam menos, sentia-se o burburinho dos ocupantes de uma vila pacata mas airosa, pequena e orgulhosa do seu extenso e belo largo, rodeado de belos edifícios construídos, em grande parte, pelo arrojo dos que partiram à procura do metal precioso  em terras de Vera Cruz. Era Fafe dos brasileiros de torna viagem, a Sala de Visitas do Minho esplendorosa...

Que saudade da vila de antanho!   
     



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